O blog da liberdade de pensamento e expressão onde dou assas aos meus pensamentos e ao que me vai na Alma
20/02/2011
19/02/2011
Mulher

Elas podem usar saias ou jeans
Podem ser morenas ou loiras
Brancas ou negras
Mas todas têm algo em comum
Choram por qualquer coisa
Choram de tristezas e alegrias
Fazem nossos corações derreterem
Sempre estão arrumadas
para seus homens
Mesmo que nunca sejam notadas
São rosas que perfumam nossos caminhos
Têm um linguarejar próprio
que a maioria não conhece
São fontes de alegria, de amor
e de paixão
Compreender uma mulher
é uma missão impossível
Mas viver com uma delas
é uma aventura maravilhosa
Se você conhece uma mulher assim
Não a deixe partir,
conquiste-a todos os dias
não pense que sabe tudo sobre ela
Elas são como fontes da juventude
Você tem que tomar da sua água aos poucos
Somente então começará a decifrar
alguns mistérios de uma mulher
E, se o destino te felicitar
com a mulher de seus sonhos,
Não a solte, prenda-a no coração
Pois não terá outra oportunidade na vida
Ame-a intensamente
e sempre a faça se sentir importante
Pois somente aí
encontrará a verdadeira felicidade
Então terá o infinito...
Eduardo Baqueiro
14/02/2011
Simon & Garfunkel - Sound Of Silence
Hoje que se comemora o dia de São Valentim ou dia dos namorados como comercialmente se chama (mas esse dia não é todos os dias para quem namora????) mas pessoalmente hoje só me apetecia ouvir o som do.......
12/02/2011
06/02/2011
Que eu não perca
Que eu não perca
Que Deus não permita que eu perca o Romantismo,
mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o Otimismo,mesmo sabendo que
o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a Vontade de Viver,mesmo sabendo
que a vida é,em muitos momentos dolorosa...
Que eu não perca a vontade de Ter Grandes Amigos,
mesmo sabendo que,com as voltas do mundo,eles
acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de Ajudar as Pessoas,
mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de
ver,reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o Equilíbrio,mesmo sabendo que
inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a Vontade de Amar,mesmo sabendo
que a pessoa que eu mais amo ,pode não sentir o
mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a Luz e o Brilho do Olhar,mesmo
sabendo que muitas coisas que verei no mundo,
escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a Garra,mesmo sabendo que a
derrota e a perda são dois adversários extremamente
perigosos.
Que eu não perca a Razão,mesmo sabendo que as
tentações da vida inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o Sentimento de Justiça,mesmo
sabendo que o prejudicado possa ser eu.
Que eu não perca o meu Forte Abraço,mesmo sabendo
que um dia meus braços estarão fracos.
Que eu não perca a Alegria e a Beleza de Ver,mesmo
sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos
e escorrerão pela minha alma...
Que eu não perca o Amor Por Minha Família,mesmo
sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços
incríveis para manter sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de Doar Este Enorme Amor
que existe em meu coração,mesmo sabendo que muitas
vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de ser Grande,mesmo
sabendo que o mundo é pequeno...
E acima de tudo...
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama
infinitamente,que um pequeno grão de alegria e esperança
dentro de cada um é capaz de mudar e transformar
qualquer coisa,pois...
A Vida é construída nos Sonhos e concretizada
no Amor!!
Que Deus não permita que eu perca o Romantismo,
mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o Otimismo,mesmo sabendo que
o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a Vontade de Viver,mesmo sabendo
que a vida é,em muitos momentos dolorosa...
Que eu não perca a vontade de Ter Grandes Amigos,
mesmo sabendo que,com as voltas do mundo,eles
acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de Ajudar as Pessoas,
mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de
ver,reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o Equilíbrio,mesmo sabendo que
inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a Vontade de Amar,mesmo sabendo
que a pessoa que eu mais amo ,pode não sentir o
mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a Luz e o Brilho do Olhar,mesmo
sabendo que muitas coisas que verei no mundo,
escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a Garra,mesmo sabendo que a
derrota e a perda são dois adversários extremamente
perigosos.
Que eu não perca a Razão,mesmo sabendo que as
tentações da vida inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o Sentimento de Justiça,mesmo
sabendo que o prejudicado possa ser eu.
Que eu não perca o meu Forte Abraço,mesmo sabendo
que um dia meus braços estarão fracos.
Que eu não perca a Alegria e a Beleza de Ver,mesmo
sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos
e escorrerão pela minha alma...
Que eu não perca o Amor Por Minha Família,mesmo
sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços
incríveis para manter sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de Doar Este Enorme Amor
que existe em meu coração,mesmo sabendo que muitas
vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de ser Grande,mesmo
sabendo que o mundo é pequeno...
E acima de tudo...
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama
infinitamente,que um pequeno grão de alegria e esperança
dentro de cada um é capaz de mudar e transformar
qualquer coisa,pois...
A Vida é construída nos Sonhos e concretizada
no Amor!!
05/02/2011
Sou assim
Sou assim
Duas de mim
Às vezes três
Quatro... cinco... seis
Sou uma por mês
Me diversifico
Tem horas que grito
Vivo num conflito
Mostro ao mundo minha dor
Outras horas, só sei falar de amor
A mais romântica
Melodramática
Estática
Chorosa e nervosa
Carente e decadente
Vingativa e inconseqüente
Aí quando menos me percebo
Me transformo em mulher cheia de medo
Cheia de reservas
Coberta de sutilezas
Séria e sem defesa
No minuto seguinte
No papel de mulher fatal
Viro logo a tal
Aí sou dona do mundo
Segura e destemida
Altiva e atrevida
Rasgo meus segredos ao meio
E exponho num roteiro
De poesia ou texto
Agrido, inflamo
Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que é bom nem lembrar
Sou assim
Várias de mim
Sorriso por fora
Angústia toda hora
Por dentro um tormento
No rosto nenhum sofrimento
No corpo uma explosão de prazer
Nos olhos, meu desejo deixo perceber
Melhor nem me conhecer
Fique com minhas letras
Com as minhas palavras
Na vida real sou bem mais complicada
Sou mil
E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado
É viver dentro de um campo minado
Prestes a explodir
Mas quem esteve nele
Nunca quis fugir
Silvana Duboc
Duas de mim
Às vezes três
Quatro... cinco... seis
Sou uma por mês
Me diversifico
Tem horas que grito
Vivo num conflito
Mostro ao mundo minha dor
Outras horas, só sei falar de amor
A mais romântica
Melodramática
Estática
Chorosa e nervosa
Carente e decadente
Vingativa e inconseqüente
Aí quando menos me percebo
Me transformo em mulher cheia de medo
Cheia de reservas
Coberta de sutilezas
Séria e sem defesa
No minuto seguinte
No papel de mulher fatal
Viro logo a tal
Aí sou dona do mundo
Segura e destemida
Altiva e atrevida
Rasgo meus segredos ao meio
E exponho num roteiro
De poesia ou texto
Agrido, inflamo
Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que é bom nem lembrar
Sou assim
Várias de mim
Sorriso por fora
Angústia toda hora
Por dentro um tormento
No rosto nenhum sofrimento
No corpo uma explosão de prazer
Nos olhos, meu desejo deixo perceber
Melhor nem me conhecer
Fique com minhas letras
Com as minhas palavras
Na vida real sou bem mais complicada
Sou mil
E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado
É viver dentro de um campo minado
Prestes a explodir
Mas quem esteve nele
Nunca quis fugir
Silvana Duboc
02/02/2011
Recomeçar
Sempre é tempo de recomeçar
Em qualquer situação posso abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos
Renovar o meu compromisso com a vida é assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade
Não importa quem me feriu, o importante é como fiquei
Não interessa o que me faltou, tudo pode ser conquistado
Não me agarro ao passado
Não me lamento por quem se foi, cada um tem seu tempo
Não reclamo da dor, ela é a conselheira que me chama de volta ao caminho
Não me espanto com as pessoas, cada um carrega dentro de si dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estou feliz e transbordo de alegria e paz, ora estou melancólica e só quero ficar sozinha
As portas abrem-se para os que não têm medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas levantam-se com o brilho da vitória nos olhos
Seguimos o caminho ainda que com passos inseguros, com medo, porque não sabemos ainda o que vamos encontrar lá na frente
Na volta, mesmo derrotados, já sabemos o que tem no caminho, e quando um dia, resolvemos enfrentar os nossos medos e fazer essa viagem novamente, somos mais fortes, nossos passos são mais firmes, já sabemos onde e como chegar ao destino, o destino é a vitória, o meu destino é ser feliz, acredito que sim
O caminho está a minha espera, pé na estrada, coloco um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida enche-se de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz à verdadeira liberdade
Liberdade e recomeço duma nova vida que está gravada no meu corpo para sempre
Em qualquer situação posso abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos
Renovar o meu compromisso com a vida é assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade
Não importa quem me feriu, o importante é como fiquei
Não interessa o que me faltou, tudo pode ser conquistado
Não me agarro ao passado
Não me lamento por quem se foi, cada um tem seu tempo
Não reclamo da dor, ela é a conselheira que me chama de volta ao caminho
Não me espanto com as pessoas, cada um carrega dentro de si dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estou feliz e transbordo de alegria e paz, ora estou melancólica e só quero ficar sozinha
As portas abrem-se para os que não têm medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas levantam-se com o brilho da vitória nos olhos
Seguimos o caminho ainda que com passos inseguros, com medo, porque não sabemos ainda o que vamos encontrar lá na frente
Na volta, mesmo derrotados, já sabemos o que tem no caminho, e quando um dia, resolvemos enfrentar os nossos medos e fazer essa viagem novamente, somos mais fortes, nossos passos são mais firmes, já sabemos onde e como chegar ao destino, o destino é a vitória, o meu destino é ser feliz, acredito que sim
O caminho está a minha espera, pé na estrada, coloco um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida enche-se de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz à verdadeira liberdade
Liberdade e recomeço duma nova vida que está gravada no meu corpo para sempre
30/01/2011
O silêncio
O silêncio
Aprende com o silêncio
a ouvir os sons interiores da sua alma,
a calar-se nas discussões
e assim evitar tragédias e desafetos.
Aprende com o silêncio
a respeitar a opinião dos outros,
por mais contrária que seja da sua.
Aprende com o silêncio
que a solidão não é o pior castigo,
existem companhias bem piores...
Aprende com o silêncio
que a vida é boa,
que nós só precisamos olhar para o lado certo,
ouvir a música certa, ler o livro certo,
que pode ser qualquer livro,
desde que você o leia até o fim.
Aprende com o silêncio
que tudo tem um ciclo,
como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,
como a Terra que faz a volta completa
sobre o seu próprio eixo...
Aprende com o silêncio
a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia,
enxergar em você as qualidades que possui,
equilibrar os defeitos que você tem
e sabe que precisa corrigir
e enxergar aqueles
que você ainda não descobriu.
Aprende com o silêncio a relaxar,
mesmo no pior trânsito,
na maior das cobranças,
na briga mais acalorada,
na discussão entre familiares.
Aprende com o silêncio a respeitar o seu "eu",
a valorizar o ser humano que você é,
a respeitar o Templo que é o seu corpo
e o santuário que é a sua vida.
Aprende hoje com o silêncio,
que gritar não traz respeito,
que ouvir ainda é melhor que muito falar.
E em respeito a você, eu me calo, me silencio,
para que você possa ouvir
o seu interior que quer lhe falar,
desejar-lhe um dia vitorioso
e confirmar que VOCÊ É ESPECIAL.
(Autoria: Paulo Roberto Gaefke)
Aprende com o silêncio
a ouvir os sons interiores da sua alma,
a calar-se nas discussões
e assim evitar tragédias e desafetos.
Aprende com o silêncio
a respeitar a opinião dos outros,
por mais contrária que seja da sua.
Aprende com o silêncio
que a solidão não é o pior castigo,
existem companhias bem piores...
Aprende com o silêncio
que a vida é boa,
que nós só precisamos olhar para o lado certo,
ouvir a música certa, ler o livro certo,
que pode ser qualquer livro,
desde que você o leia até o fim.
Aprende com o silêncio
que tudo tem um ciclo,
como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,
como a Terra que faz a volta completa
sobre o seu próprio eixo...
Aprende com o silêncio
a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia,
enxergar em você as qualidades que possui,
equilibrar os defeitos que você tem
e sabe que precisa corrigir
e enxergar aqueles
que você ainda não descobriu.
Aprende com o silêncio a relaxar,
mesmo no pior trânsito,
na maior das cobranças,
na briga mais acalorada,
na discussão entre familiares.
Aprende com o silêncio a respeitar o seu "eu",
a valorizar o ser humano que você é,
a respeitar o Templo que é o seu corpo
e o santuário que é a sua vida.
Aprende hoje com o silêncio,
que gritar não traz respeito,
que ouvir ainda é melhor que muito falar.
E em respeito a você, eu me calo, me silencio,
para que você possa ouvir
o seu interior que quer lhe falar,
desejar-lhe um dia vitorioso
e confirmar que VOCÊ É ESPECIAL.
(Autoria: Paulo Roberto Gaefke)
NECROLOGIA DO VERBO AMAR
NECROLOGIA DO VERBO AMAR
Amo -
lançando-se contra moinhos de vento gritava dom Quixote.
Amo –
envenenado de céus gritava Otelo.
Amo –
recostado em Ossian soluçava Werther.
Amo –
tremendo nas carruagens de Jasvin repetia Vronski.
Amo –
separando-se de Grusenka sonhava Dimitri Karamazov.
Amo –
brandindo a espada recitava Cyrano.
Amo –
regressando do comício sussurrava Jacques Thibault.
Amo –
gritaria também o herói de um romance contemporâneo,
mas o autor não lho permite.
Não está na moda.
O amor já não é contemporâneo.
Izet Sarajlic, poeta bósnio, 1930 - 2002.
Trad. de José Luís Peixoto e Juan Vicente Piqueras
Amo -
lançando-se contra moinhos de vento gritava dom Quixote.
Amo –
envenenado de céus gritava Otelo.
Amo –
recostado em Ossian soluçava Werther.
Amo –
tremendo nas carruagens de Jasvin repetia Vronski.
Amo –
separando-se de Grusenka sonhava Dimitri Karamazov.
Amo –
brandindo a espada recitava Cyrano.
Amo –
regressando do comício sussurrava Jacques Thibault.
Amo –
gritaria também o herói de um romance contemporâneo,
mas o autor não lho permite.
Não está na moda.
O amor já não é contemporâneo.
Izet Sarajlic, poeta bósnio, 1930 - 2002.
Trad. de José Luís Peixoto e Juan Vicente Piqueras
16/04/2010
OS BURROS, O MERCADO DE ACÇÕES E A CRISE... APRENDER...!!!
Este texto foi me dado a conhecer por uma Amiga que lhe "roubei" e agora partilho.
Certo dia, numa pequena e distante vila, apareceu um homem a anunciar que compraria burros a 5 euros cada. Como havia muitos burros na região, todos os habitantes da pequena vila começaram a caça ao burro. O homem acabou por comprar centenas e centenas de burros a 5 euros. Quando os habitantes diminuíram o esforço na caça, o homem passou a oferecer 10 euros por cada burro.
Toda a gente foi novamente à caça, mas os burros começaram a escassear e a caça foi diminuindo. É então que o homem aumenta a oferta para 25 euros por burro, mas a quantidade de burros ficou tão reduzida que já não compensava o esforço de ir à caça. O homem anunciou então que compraria os burros a 50 euros. Mas que teria que se ausentar por uns dias e deixaria o seu assistente responsável pela compra dos burros.
É então que, na ausência do homem, o assistente faz esta proposta aos habitantes da pequena vila:
- Sabeis dos burros que o meu patrão vos comprou? E se eu vos vendesse esses burros a 35 euros cada? E assim que o meu patrão voltar vós podeis vendê-los a ele pelos 50 euros que ele oferece, e ganhais uma pipa de massa!!! Que acham?
Toda a gente concordou. Reuniram todas as economias e compraram as centenas de burros ao assistente por 35 euros cada um. Os dias passaram e eles nunca mais viram o homem nem o seu assistente - somente burros por todo o lado !
Entendeu agora como funciona o mercado de acções e porque apareceu a crise?*
Certo dia, numa pequena e distante vila, apareceu um homem a anunciar que compraria burros a 5 euros cada. Como havia muitos burros na região, todos os habitantes da pequena vila começaram a caça ao burro. O homem acabou por comprar centenas e centenas de burros a 5 euros. Quando os habitantes diminuíram o esforço na caça, o homem passou a oferecer 10 euros por cada burro.
Toda a gente foi novamente à caça, mas os burros começaram a escassear e a caça foi diminuindo. É então que o homem aumenta a oferta para 25 euros por burro, mas a quantidade de burros ficou tão reduzida que já não compensava o esforço de ir à caça. O homem anunciou então que compraria os burros a 50 euros. Mas que teria que se ausentar por uns dias e deixaria o seu assistente responsável pela compra dos burros.
É então que, na ausência do homem, o assistente faz esta proposta aos habitantes da pequena vila:
- Sabeis dos burros que o meu patrão vos comprou? E se eu vos vendesse esses burros a 35 euros cada? E assim que o meu patrão voltar vós podeis vendê-los a ele pelos 50 euros que ele oferece, e ganhais uma pipa de massa!!! Que acham?
Toda a gente concordou. Reuniram todas as economias e compraram as centenas de burros ao assistente por 35 euros cada um. Os dias passaram e eles nunca mais viram o homem nem o seu assistente - somente burros por todo o lado !
Entendeu agora como funciona o mercado de acções e porque apareceu a crise?*
13/04/2010
Auto Reflexão
Certa vez contei uma mentira a um homem. Ele respondeu dizendo me isto,
- Todas as decisões que devo tomar serão baseadas nas suas palavras.
Desde então, eu só disse a verdade.
Certa vez reclamei de um presente que recebi, porque não era o que eu queria. Aquele que me presenteou percebeu o desapontamento em meus olhos e disse-me isto,
- Escolhi o presente mais valioso que poderia encontrar, porque achei que você deveria ter um deste.
Desde então, fico muito alegre com cada presente que recebo.
Certa vez um homem contou-me um segredo, o qual eu sussurrei baixinho no ouvido de um outro amigo. O homem disse-me isto, depois de ouvir seu segredo repetido, - A razão pela qual contei-lhe o segredo foi porque confiei em você, não em seu amigo.
Desde então, não confio assim tão facilmente.
Certa vez dei um presente a uma amiga e ela chorou. Me desculpei por ser um presente tão pequeno mas era o que eu tinha encontrado. E ela me respondeu,
- Não há nada de errado com o presente, estou emocionada porque você lembrou-se de mim.
Desde então, eu dou presentes frequentemente.
Estava tentando apenas ser eu mesmo, passando despercebido sem chamar atenção. E me foi dito isto,
- O fato de você não se adequar faz com que você fique fora de tudo.
Desde então, eu penso sobre isto.
Eu sou o CENTRO de MEU UNIVERSO mas eu não vivo aqui sozinho.
Cada movimento que faço cria uma onda no oceano do outro.
Cada vez que respiro eu afecto todo o ar a minha volta.
Cada palavra que expresso bate no ouvido de alguém.
Aquilo que eu toco é sentido por outra pessoa.
Aquilo que faço, certamente afectará alguém.
O que não faço, também afectará pessoas.
Nós nunca sabemos a distancia realmente alcançada por algo que falamos ou fazemos até que nos retorne...
Todas as coisas na vida formam um círculo e estamos no meio dele, quer o vejamos ou não...
E tudo que devo fazer é criar agradáveis ondas, aquelas que envolvem calorosamente tudo em torno de mim, e que voltam suaves, fazendo por sua vez que eu crie, cada vez mais, ondas agradáveis.
"Tradução e adaptação de Sérgio Barros"
- Todas as decisões que devo tomar serão baseadas nas suas palavras.
Desde então, eu só disse a verdade.
Certa vez reclamei de um presente que recebi, porque não era o que eu queria. Aquele que me presenteou percebeu o desapontamento em meus olhos e disse-me isto,
- Escolhi o presente mais valioso que poderia encontrar, porque achei que você deveria ter um deste.
Desde então, fico muito alegre com cada presente que recebo.
Certa vez um homem contou-me um segredo, o qual eu sussurrei baixinho no ouvido de um outro amigo. O homem disse-me isto, depois de ouvir seu segredo repetido, - A razão pela qual contei-lhe o segredo foi porque confiei em você, não em seu amigo.
Desde então, não confio assim tão facilmente.
Certa vez dei um presente a uma amiga e ela chorou. Me desculpei por ser um presente tão pequeno mas era o que eu tinha encontrado. E ela me respondeu,
- Não há nada de errado com o presente, estou emocionada porque você lembrou-se de mim.
Desde então, eu dou presentes frequentemente.
Estava tentando apenas ser eu mesmo, passando despercebido sem chamar atenção. E me foi dito isto,
- O fato de você não se adequar faz com que você fique fora de tudo.
Desde então, eu penso sobre isto.
Eu sou o CENTRO de MEU UNIVERSO mas eu não vivo aqui sozinho.
Cada movimento que faço cria uma onda no oceano do outro.
Cada vez que respiro eu afecto todo o ar a minha volta.
Cada palavra que expresso bate no ouvido de alguém.
Aquilo que eu toco é sentido por outra pessoa.
Aquilo que faço, certamente afectará alguém.
O que não faço, também afectará pessoas.
Nós nunca sabemos a distancia realmente alcançada por algo que falamos ou fazemos até que nos retorne...
Todas as coisas na vida formam um círculo e estamos no meio dele, quer o vejamos ou não...
E tudo que devo fazer é criar agradáveis ondas, aquelas que envolvem calorosamente tudo em torno de mim, e que voltam suaves, fazendo por sua vez que eu crie, cada vez mais, ondas agradáveis.
"Tradução e adaptação de Sérgio Barros"
04/04/2010
Só por amor
Só por amor, escolhe teu destino !
A tua vida merece ser ungida pelas chances
deste sentimento único e total.
Entrega tuas mágoas ao teu sonho
e sai por aí rimando a tua vida com felicidade.
Verás que em cada esquina
há um motivo novo para sorrir.
Abre as portas da tua vida e deixe o amor entrar
e fazer bagunça no teu coração.
Entre no jogo e viva, pois que não há alternativa mais
sensata do que se abrir para o mundo, livre, intenso,
sem medo de lágrimas, pelo prazer de ter uma vida.
Olhe o caminho que te espera.
Se não o vês, imagine e sonhe.
O teu sonho pulveriza os espinhos e só o teu medo,
este sim, insensato, pode te impedir de viver.
Abre o teu coração, pois que o amor anda por aí, zanzando,
te cercando, doidinho para pousar no teu caminho.
Só o amor semeia tuas consequências.
Nada paga um carinho despretensioso,
imediato, espontâneo.
Nada paga... mas tem troco.
E o troco, contrariando todas as lógicas matemáticas,
pode ser bem maior que o teu próprio ato.
Mas, por amor não se espera recompensas.
Planta o teu verso sem esperar a rima alheia.
Planta teu jardim, mesmo que ainda não tenhas o vaso.
Semeie os teus grãos antes que a fome apareça.
Tu és o dono e o condutor de tua vida,
Ela é tua e cabe a ti, fundamentalmente a ti,
guia-la pelos caminhos da felicidade.
Quantas vezes esta razão beirou a nossa vida?
A vida , esse espaço de tempo entre o choro
dos que chegam e o choro dos que ficam,
é muito importante para que a vejamos passar,
fria, inconsequente.
Ela é o nosso maior bem,
repleta de todas as possibilidades.
Uma orquestra a espera de um maestro.
E tu deves ser o maestro da tua própria vida.
Ninguém tem o direito de arrebatar das tuas mãos
a batuta que há de reger a sinfonia da tua vida.
Tu é quem deves decidir.
E o que decidas, seja pelo amor!
Viver, para quem ama, é uma coisa tão sensacional,
tão maravilhosa, que esta lição cantada há milénios,
deve ser a única explicação lógica e plausível, para a vida.
E, mesmo que não seja a grande razão,
por amor vale aceita-la.
Só por amor vale a pena...
A tua vida merece ser ungida pelas chances
deste sentimento único e total.
Entrega tuas mágoas ao teu sonho
e sai por aí rimando a tua vida com felicidade.
Verás que em cada esquina
há um motivo novo para sorrir.
Abre as portas da tua vida e deixe o amor entrar
e fazer bagunça no teu coração.
Entre no jogo e viva, pois que não há alternativa mais
sensata do que se abrir para o mundo, livre, intenso,
sem medo de lágrimas, pelo prazer de ter uma vida.
Olhe o caminho que te espera.
Se não o vês, imagine e sonhe.
O teu sonho pulveriza os espinhos e só o teu medo,
este sim, insensato, pode te impedir de viver.
Abre o teu coração, pois que o amor anda por aí, zanzando,
te cercando, doidinho para pousar no teu caminho.
Só o amor semeia tuas consequências.
Nada paga um carinho despretensioso,
imediato, espontâneo.
Nada paga... mas tem troco.
E o troco, contrariando todas as lógicas matemáticas,
pode ser bem maior que o teu próprio ato.
Mas, por amor não se espera recompensas.
Planta o teu verso sem esperar a rima alheia.
Planta teu jardim, mesmo que ainda não tenhas o vaso.
Semeie os teus grãos antes que a fome apareça.
Tu és o dono e o condutor de tua vida,
Ela é tua e cabe a ti, fundamentalmente a ti,
guia-la pelos caminhos da felicidade.
Quantas vezes esta razão beirou a nossa vida?
A vida , esse espaço de tempo entre o choro
dos que chegam e o choro dos que ficam,
é muito importante para que a vejamos passar,
fria, inconsequente.
Ela é o nosso maior bem,
repleta de todas as possibilidades.
Uma orquestra a espera de um maestro.
E tu deves ser o maestro da tua própria vida.
Ninguém tem o direito de arrebatar das tuas mãos
a batuta que há de reger a sinfonia da tua vida.
Tu é quem deves decidir.
E o que decidas, seja pelo amor!
Viver, para quem ama, é uma coisa tão sensacional,
tão maravilhosa, que esta lição cantada há milénios,
deve ser a única explicação lógica e plausível, para a vida.
E, mesmo que não seja a grande razão,
por amor vale aceita-la.
Só por amor vale a pena...
Etiquetas:
Amor
19/03/2010
Pai....
Já não tenho por cá o meu realmente mas esta sempre presente.
E para mim sendo todos os dias dias dos Pais, mas tendo esta sociedade de consumo inventado estes dias especiais, aqui vai uma Homenagem a todos os Pais.
Contigo, aprendi a saber o que é unidade
A ouvir o que não chega ser dito,
A sentir o que tu pensas,
Sabendo que pensas o que sinto…
Aprendi a saber de mim, através do que sei de ti…
Aprendi a conhecer o silêncio
A conhecer o seu dicionário mudo
Apenas pelo olhar,
Não preciso de palavras, para saber de ti
E sei que também não precisas
Porque sabemos o que sentimos…
Aprendi a suportar o mistério que nos une
A força que nos comanda
A energia que sentimos…
Aprendi contigo o valor de sermos “dois” e “um”
Estarmos juntos, estando separados,
Numa integridade única de quem sabe o que quer…
Aprendi contigo e com essa empatia
Que temos ainda muito que aprender
Que rir, cantar, chorar e amar
É apenas o segredo de sermos
Duas almas que sentem as dores um do outro…
AMO-TE Pai.............
Pai, a Minha Sombra és Tu a cadeira está vazia,
um corpo ausente não aquece a madeira
que lhe dá forma e não ouço o recado que me quiseste dar
nem a tua voz forte que grita meninos
na hora de acordar
ouço o teu abraço, no corredor em Gaia
e os olhos molhados pela inusitada despedida o sol foge
mas o crepúsculo desenha a sombra que
tenho colada aos pés
ou o espelho, coberto com a tua face pai, digo-te
a minha sombra és tu
Jorge Reis-Sá, in "A Palavra no Cimo das Águas"
E para mim sendo todos os dias dias dos Pais, mas tendo esta sociedade de consumo inventado estes dias especiais, aqui vai uma Homenagem a todos os Pais.
Contigo, aprendi a saber o que é unidade
A ouvir o que não chega ser dito,
A sentir o que tu pensas,
Sabendo que pensas o que sinto…
Aprendi a saber de mim, através do que sei de ti…
Aprendi a conhecer o silêncio
A conhecer o seu dicionário mudo
Apenas pelo olhar,
Não preciso de palavras, para saber de ti
E sei que também não precisas
Porque sabemos o que sentimos…
Aprendi a suportar o mistério que nos une
A força que nos comanda
A energia que sentimos…
Aprendi contigo o valor de sermos “dois” e “um”
Estarmos juntos, estando separados,
Numa integridade única de quem sabe o que quer…
Aprendi contigo e com essa empatia
Que temos ainda muito que aprender
Que rir, cantar, chorar e amar
É apenas o segredo de sermos
Duas almas que sentem as dores um do outro…
AMO-TE Pai.............
Pai, a Minha Sombra és Tu a cadeira está vazia,
um corpo ausente não aquece a madeira
que lhe dá forma e não ouço o recado que me quiseste dar
nem a tua voz forte que grita meninos
na hora de acordar
ouço o teu abraço, no corredor em Gaia
e os olhos molhados pela inusitada despedida o sol foge
mas o crepúsculo desenha a sombra que
tenho colada aos pés
ou o espelho, coberto com a tua face pai, digo-te
a minha sombra és tu
Jorge Reis-Sá, in "A Palavra no Cimo das Águas"
11/03/2010
Amizade
Amizade é uma palavra pequenininha
mas que nunca vem sozinha.
Ela dá sempre a mão com o
conta comigo,
estou aqui,
se precisar, me chame,
estou feliz por você,
torço por você,
se precisar de um ombro, tenho dois,
penso em você,
gosto de você
estou te ouvindo,
não te esqueço, mesmo se não nos falamos todos os dias...
Amizade é esse amor misterioso e gostoso do coração dividido e unificado ao mesmo tempo.
Quem pode entender que o coração possa amar tanto e tantos?
O coração de um amigo é um mapa mundo onde cada um se encontra em
algum lugar, mas todos fazem parte do mesmo globo.
Diferentes, especiais e importantes, cada um a sua maneira.
E são nas diferenças que nos completamos, nas desavenças que aprendemos o perdão, a paciência e a humildade.
Ser amigo é saber aceitar que os outros não sejam iguais à gente, mas que os seus
valores podem enriquecer ainda mais os que temos e ama-los apesar das diferenças, como se ama uma rosa com espinhos, mas não menos bela.
Sozinho não é quem não tem ninguém;
sozinho é quem não tem um amigo.
Pouco importa saber em que parte do mundo nossos amigos se encontram se podemos sentir na alma que dentro de nós e dentro deles há um espaço reservado que nada mais poderá preencher.
Amizade, doce amizade...
se somos dois, unidos seremos um elo forte;
se somos muitos, seremos uma corrente que nada poderá vencer.
mas que nunca vem sozinha.
Ela dá sempre a mão com o
conta comigo,
estou aqui,
se precisar, me chame,
estou feliz por você,
torço por você,
se precisar de um ombro, tenho dois,
penso em você,
gosto de você
estou te ouvindo,
não te esqueço, mesmo se não nos falamos todos os dias...
Amizade é esse amor misterioso e gostoso do coração dividido e unificado ao mesmo tempo.
Quem pode entender que o coração possa amar tanto e tantos?
O coração de um amigo é um mapa mundo onde cada um se encontra em
algum lugar, mas todos fazem parte do mesmo globo.
Diferentes, especiais e importantes, cada um a sua maneira.
E são nas diferenças que nos completamos, nas desavenças que aprendemos o perdão, a paciência e a humildade.
Ser amigo é saber aceitar que os outros não sejam iguais à gente, mas que os seus
valores podem enriquecer ainda mais os que temos e ama-los apesar das diferenças, como se ama uma rosa com espinhos, mas não menos bela.
Sozinho não é quem não tem ninguém;
sozinho é quem não tem um amigo.
Pouco importa saber em que parte do mundo nossos amigos se encontram se podemos sentir na alma que dentro de nós e dentro deles há um espaço reservado que nada mais poderá preencher.
Amizade, doce amizade...
se somos dois, unidos seremos um elo forte;
se somos muitos, seremos uma corrente que nada poderá vencer.
25/02/2010
Fazer Amor é ..........
Quando ele(a) põe as mãos em seu ombro, frente a cama de seu filho e lhe diz: - Não se preocupe, te amo.
Quando vêm juntos o pôr do sol, e com cada amanhecer sentem renovado esse amor que nasceu com um "simples" te amo.
Quando têm problemas económicos, os enfrentam juntos e mesmo na adversidade lhe diz: - Não se preocupe, te amo.
Quando ao chegar do trabalho sente o abraço confortável e o doce beijo dessa pessoa que com um te amo, acelera seu pulso fazendo seu coração bater mais depressa.
Quando na madrugada se preocupa com o filho que não chegou e na cama ao seu lado ouve uma voz que diz: - Não se preocupe, te amo!
Quando no momento do parto sente suas mãos e sua voz que lhe diz:-Te amo!
Quando vêm crescer juntos aos seus filhos e ao seu lado sente a mesma voz que durante anos lhe fez apaixonar-se com um, te amo tanto!
Fazer amor é caminhar juntos na vida, superando os obstáculos que a vida pode presentear, é crescer juntos espiritual e intelectualmente, evolucionar unidos, fortalecer os laços em comum com esses pequenos detalhes que algumas vezes nos parecem bobos e insignificantes, mas que todavia, são tão importantes para evitar a rotina que é a mais cruel inimiga do amor.
Quando se sente triste, quando se sente feliz, quando se sente deprimido, quando está doente, quando se sente saudável e sempre sente essa pessoa ao seu lado, dizendo: -Te amo e respondendo-lhe:-Eu te amo mais! Nesses momentos você pode dizer "Eu fiz amor".
Fazer amor é chegar ao final de sua vida ao lado dessa pessoa que durante anos lhe conquistou e que lhe fez sentir-se o ser mais feliz e querida(o) sobre a terra."
Aproveite a vida fazendo muito amor ao outro e a você!...
Viva com intensidade!
Lute por seus ideais!
Busque a felicidade!
E que você encontre alguém que te diga:
Eu te amo!
"Te Amo além da Vida, pois, Te Amo além do Amor!"
Fazer Amor é muito mais que a união de dois corpos!!!
Quando vêm juntos o pôr do sol, e com cada amanhecer sentem renovado esse amor que nasceu com um "simples" te amo.
Quando têm problemas económicos, os enfrentam juntos e mesmo na adversidade lhe diz: - Não se preocupe, te amo.
Quando ao chegar do trabalho sente o abraço confortável e o doce beijo dessa pessoa que com um te amo, acelera seu pulso fazendo seu coração bater mais depressa.
Quando na madrugada se preocupa com o filho que não chegou e na cama ao seu lado ouve uma voz que diz: - Não se preocupe, te amo!
Quando no momento do parto sente suas mãos e sua voz que lhe diz:-Te amo!
Quando vêm crescer juntos aos seus filhos e ao seu lado sente a mesma voz que durante anos lhe fez apaixonar-se com um, te amo tanto!
Fazer amor é caminhar juntos na vida, superando os obstáculos que a vida pode presentear, é crescer juntos espiritual e intelectualmente, evolucionar unidos, fortalecer os laços em comum com esses pequenos detalhes que algumas vezes nos parecem bobos e insignificantes, mas que todavia, são tão importantes para evitar a rotina que é a mais cruel inimiga do amor.
Quando se sente triste, quando se sente feliz, quando se sente deprimido, quando está doente, quando se sente saudável e sempre sente essa pessoa ao seu lado, dizendo: -Te amo e respondendo-lhe:-Eu te amo mais! Nesses momentos você pode dizer "Eu fiz amor".
Fazer amor é chegar ao final de sua vida ao lado dessa pessoa que durante anos lhe conquistou e que lhe fez sentir-se o ser mais feliz e querida(o) sobre a terra."
Aproveite a vida fazendo muito amor ao outro e a você!...
Viva com intensidade!
Lute por seus ideais!
Busque a felicidade!
E que você encontre alguém que te diga:
Eu te amo!
"Te Amo além da Vida, pois, Te Amo além do Amor!"
Fazer Amor é muito mais que a união de dois corpos!!!
Etiquetas:
Amor
03/02/2010
Há amigos
Há amigos do tempo da escola, do trabalho, da universidade, da tropa.
Amigos que se fazem, outros que se elegem e os amigos que se adotam.
Há amigos da alma, do coração, de sangue.
Há amigos de vidas passadas, amigos para toda a vida. Amigos que são mais que amigos.
Há amigos que são como irmãos, outros que são como pais... também há amigos que são como filhos.
Há amigos que estão connosco nos bons momentos e outros que estão sempre conosco.
Há amigos que se vêem, outros que se tocam, outros que se escrevem.
Há amigos que se vão embora, que nos deixam, amigos que voltam e outros que ficam.
Há amigos imortais e amigos de distância.
Há amigos que se estranham, que se choram, que se pensam. Amigos que se desejam, que se abraçam, que se admiram.
Há amigos da noite, das sestas e da madrugada.
Há amigos homens, amigas mulheres, amigos cães.
Há amigos que deliram, outros que são poetas. Há os que dizem tudo e os que não dizem nada.
Amigos novos, amigos velhos e velhos amigos.
Há amigos sem idade, amigos gordos, magros.
Há amigos que nos chamam, outros que nem sequer os chamamos.
Amigos de pouco tempo, amigos de há uma hora, recentíssimos.
Há amigos que deixamos que se vão, outros que não podem vir, amigos que são activos e outros amigos de barro.
Há amigos de palavra, amigos incondicionais.
Há também amigos invisíveis, amigos sem lugar, amigos da rua.
Também há amigos que têm muito valor, amigos que pesam, amigos que são... amigos meus, amigos teus, amigos nossos.
Há muitos amigos: amigos comuns, amigos do teatro, da música, amigos de verdade.
Há amigos que estão tristes, outros que estão alegres, outros que simplesmente não estão.
Há amigos que estão na lua, outros com os pés na terra e outros no céu.
Todos, absolutamente todos os amigos, têm algo em comum: são indispensáveis!!
Nunca te esqueças..."
Ah!!! esquecia-me de te dizer que também há amigos como VOCÊ, que te tenho sempre no coração.
Amigos que se fazem, outros que se elegem e os amigos que se adotam.
Há amigos da alma, do coração, de sangue.
Há amigos de vidas passadas, amigos para toda a vida. Amigos que são mais que amigos.
Há amigos que são como irmãos, outros que são como pais... também há amigos que são como filhos.
Há amigos que estão connosco nos bons momentos e outros que estão sempre conosco.
Há amigos que se vêem, outros que se tocam, outros que se escrevem.
Há amigos que se vão embora, que nos deixam, amigos que voltam e outros que ficam.
Há amigos imortais e amigos de distância.
Há amigos que se estranham, que se choram, que se pensam. Amigos que se desejam, que se abraçam, que se admiram.
Há amigos da noite, das sestas e da madrugada.
Há amigos homens, amigas mulheres, amigos cães.
Há amigos que deliram, outros que são poetas. Há os que dizem tudo e os que não dizem nada.
Amigos novos, amigos velhos e velhos amigos.
Há amigos sem idade, amigos gordos, magros.
Há amigos que nos chamam, outros que nem sequer os chamamos.
Amigos de pouco tempo, amigos de há uma hora, recentíssimos.
Há amigos que deixamos que se vão, outros que não podem vir, amigos que são activos e outros amigos de barro.
Há amigos de palavra, amigos incondicionais.
Há também amigos invisíveis, amigos sem lugar, amigos da rua.
Também há amigos que têm muito valor, amigos que pesam, amigos que são... amigos meus, amigos teus, amigos nossos.
Há muitos amigos: amigos comuns, amigos do teatro, da música, amigos de verdade.
Há amigos que estão tristes, outros que estão alegres, outros que simplesmente não estão.
Há amigos que estão na lua, outros com os pés na terra e outros no céu.
Todos, absolutamente todos os amigos, têm algo em comum: são indispensáveis!!
Nunca te esqueças..."
Ah!!! esquecia-me de te dizer que também há amigos como VOCÊ, que te tenho sempre no coração.
Mário Crespo deixa "JN" e publica crónica censurada
Mário Crespo deixa "JN" e publica crónica censurada
A crónica do jornalista da SIC - "O Fim da Linha" - que não foi publicada hoje no "Jornal de Notícias" por decisão da direcção, sairá em livro já no próximo dia 11. A obra reúne mais de cem crónicas publicadas nos últimos dois anos por Mário Crespo e tem prefácio de Medina Carreira. Leia a crónica censurada no final da notícia e a nota da direcção do "Jornal de Notícias".
Mário Crespo reagiu de imediato à decisão da direcção do "Jornal de Notícias" de não publicar a sua última crónica, prevista para a edição de hoje do jornal.
Hoje mesmo, o jornalista e pivô da SIC recebeu a garantia de publicação - já no próximo dia 11 e lançado no Grémio Literário - de um livro, que terá um prefácio de Medina Carreira. onde a crónica censurada - "O Fim da Linha" - "surgirá à cabeça". Ainda hoje, seguirá uma queixa para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, onde o jornalista requer à ERC que averigue a ingerência governamental em matérias editoriais.
Com o título "O fim da linha", a crónica de Mário Crespo prevista para hoje no "JN" relatava um almoço mantido entre o primeiro-ministro e os ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência com um "executivo da televisão", onde se apontava o jornalista da SIC e pivô do Jornal das Nove como "um problema" a resolver".
"Louco" e "profissionalmente impreparado"
No referido almoço, os governantes terão ainda considerado que Mário Crespo era "louco" e "profissionalmente impreparado". "Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre", comenta o jornalista na sua coluna de opinião.
Contactado pelo Expresso, Mário Crespo recusa revelar o nome do "executivo de televisão" presente no almoço, preferindo "salvaguardar a sua identidade, enquanto for possível". No entanto, garante o jornalista, o teor da conversa com José Sócrates, Jorge Lacão e Pedro Silva Pereira "foi confirmado pelo próprio" responsável televisivo, assim como por "duas outras pessoas presentes no restaurante e que ouviram a conversa".
De acordo com Mário Crespo, só "ontem à meia-noite" foi informado, telefonicamente, pelo director do "JN", José Leite Pereira, de que a sua crónica habitual não seria publicada. "É um privilégio do director que não contesto, mas esclareci de imediato que não escreveria mais para o jornal", disse ao Expresso o jornalista da SIC.
Lição para os media
A crónica integral - que poderá ser lida em link que segue no final deste texto - foi hoje de manhã publicada no site do Instituto Sá Carneiro. Mário Crespo garante que "não sabia sequer que esse site existia" e diz desconhecer a forma como o texto lá foi parar. "Apenas enviei, como sempre o fiz, a crónica para as moradas electrónicas do 'JN'", acrescentou ao Expresso.
Para o jornalista a situação descrita no almoço entre governantes, assim como a recusa na publicação da crónica, é uma situação "grave" e "uma lição para os media em geral de que não é possível censurar".
Mário Crespo garante ainda que "nunca" tinha sofrido qualquer reparo por parte dos responsáveis editoriais do "JN" sobre o conteúdo das suas crónicas e que foi "surpreendido" pela decisão. No entanto, assume "sentia que estava numa zona de risco".
SEGUE-SE O ARTIGO CENSURADO:
O Fim da Linha
Por Mário Crespo
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.
O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.
Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.
Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos média como tinha em 2009.
O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.
Foi-se o “problema” que era o Director do Público.
Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.
Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.
A crónica do jornalista da SIC - "O Fim da Linha" - que não foi publicada hoje no "Jornal de Notícias" por decisão da direcção, sairá em livro já no próximo dia 11. A obra reúne mais de cem crónicas publicadas nos últimos dois anos por Mário Crespo e tem prefácio de Medina Carreira. Leia a crónica censurada no final da notícia e a nota da direcção do "Jornal de Notícias".
Mário Crespo reagiu de imediato à decisão da direcção do "Jornal de Notícias" de não publicar a sua última crónica, prevista para a edição de hoje do jornal.
Hoje mesmo, o jornalista e pivô da SIC recebeu a garantia de publicação - já no próximo dia 11 e lançado no Grémio Literário - de um livro, que terá um prefácio de Medina Carreira. onde a crónica censurada - "O Fim da Linha" - "surgirá à cabeça". Ainda hoje, seguirá uma queixa para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, onde o jornalista requer à ERC que averigue a ingerência governamental em matérias editoriais.
Com o título "O fim da linha", a crónica de Mário Crespo prevista para hoje no "JN" relatava um almoço mantido entre o primeiro-ministro e os ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência com um "executivo da televisão", onde se apontava o jornalista da SIC e pivô do Jornal das Nove como "um problema" a resolver".
"Louco" e "profissionalmente impreparado"
No referido almoço, os governantes terão ainda considerado que Mário Crespo era "louco" e "profissionalmente impreparado". "Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre", comenta o jornalista na sua coluna de opinião.
Contactado pelo Expresso, Mário Crespo recusa revelar o nome do "executivo de televisão" presente no almoço, preferindo "salvaguardar a sua identidade, enquanto for possível". No entanto, garante o jornalista, o teor da conversa com José Sócrates, Jorge Lacão e Pedro Silva Pereira "foi confirmado pelo próprio" responsável televisivo, assim como por "duas outras pessoas presentes no restaurante e que ouviram a conversa".
De acordo com Mário Crespo, só "ontem à meia-noite" foi informado, telefonicamente, pelo director do "JN", José Leite Pereira, de que a sua crónica habitual não seria publicada. "É um privilégio do director que não contesto, mas esclareci de imediato que não escreveria mais para o jornal", disse ao Expresso o jornalista da SIC.
Lição para os media
A crónica integral - que poderá ser lida em link que segue no final deste texto - foi hoje de manhã publicada no site do Instituto Sá Carneiro. Mário Crespo garante que "não sabia sequer que esse site existia" e diz desconhecer a forma como o texto lá foi parar. "Apenas enviei, como sempre o fiz, a crónica para as moradas electrónicas do 'JN'", acrescentou ao Expresso.
Para o jornalista a situação descrita no almoço entre governantes, assim como a recusa na publicação da crónica, é uma situação "grave" e "uma lição para os media em geral de que não é possível censurar".
Mário Crespo garante ainda que "nunca" tinha sofrido qualquer reparo por parte dos responsáveis editoriais do "JN" sobre o conteúdo das suas crónicas e que foi "surpreendido" pela decisão. No entanto, assume "sentia que estava numa zona de risco".
SEGUE-SE O ARTIGO CENSURADO:
O Fim da Linha
Por Mário Crespo
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.
O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.
Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.
Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos média como tinha em 2009.
O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.
Foi-se o “problema” que era o Director do Público.
Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.
Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.
22/01/2010
Perdoar....
Uma pessoa é grande quando perdoa,
quando compreende,
quando se coloca no lugar do outro,
quando age não de acordo com o que esperam dela,
mas de acordo com o que espera de si mesma!!
quando compreende,
quando se coloca no lugar do outro,
quando age não de acordo com o que esperam dela,
mas de acordo com o que espera de si mesma!!
Portas Abertas.........
PORTAS ABERTAS
Se alguém procura sua casa com frio
é porque você tem o cobertor,
Se alguém procura sua casa com alegria
é porque você tem o sorriso,
Se alguém procura sua casa com lágrimas
é porque você tem o lenço.
Se alguém procura sua casa com versos
é porque você tem a música,
Se alguém procura sua casa com dor
é porque você tem o curativo,
Se alguém procura sua casa com palavras
é porque você tem a audição.
Se alguém procura sua casa com fome
é porque você tem o alimento,
Se alguém procura sua casa com beijos
é porque você tem o mel,
Se alguém procura sua casa com dúvidas
é porque você tem o caminho.
Se alguém procura sua casa com orquestras
é porque você tem a festa,
Se alguém procura sua casa com desânimo
é porque você tem o estímulo,
Se alguém procura sua casa com fantasias
é porque você tem a realidade.
Se alguém procura a sua casa com desespero
é porque você tem a serenidade,
Se alguém procura sua casa com entusiasmo
é porque você tem o brilho,
Se alguém procura sua casa com segredos
é porque você tem a cumplicidade.
Se alguém procura sua casa com tumultos
é porque você tem a meditação,
Se alguém procura sua casa com confiança
é porque você tem o azul,
Se alguém procura sua casa com medo
é porque você tem o amor.
Ninguém chega por acaso à sua casa
Por isso jamais feche as portas
a quem levemente nelas bate,
Jamais vire as costas a quem chega de olhos límpidos
De coração inteiro, de alma exposta.
Não dê desculpas,
não se agarre a mil argumentos racionais
Não invente motivos para justificar gestos bruscos
Destranque os portões das suas defesas forjadas
Destrua os muralhas construídas
com os tijolos dos empurrões.
Todos que batem à sua porta merecem pão e vinho,
Merecem seu abraço, seu aconchego
Todos que viajam em direcção à sua casa,
E batem de leve à porta em busca da sua mão,
Merecem entrar ...
Se alguém procura sua casa com frio
é porque você tem o cobertor,
Se alguém procura sua casa com alegria
é porque você tem o sorriso,
Se alguém procura sua casa com lágrimas
é porque você tem o lenço.
Se alguém procura sua casa com versos
é porque você tem a música,
Se alguém procura sua casa com dor
é porque você tem o curativo,
Se alguém procura sua casa com palavras
é porque você tem a audição.
Se alguém procura sua casa com fome
é porque você tem o alimento,
Se alguém procura sua casa com beijos
é porque você tem o mel,
Se alguém procura sua casa com dúvidas
é porque você tem o caminho.
Se alguém procura sua casa com orquestras
é porque você tem a festa,
Se alguém procura sua casa com desânimo
é porque você tem o estímulo,
Se alguém procura sua casa com fantasias
é porque você tem a realidade.
Se alguém procura a sua casa com desespero
é porque você tem a serenidade,
Se alguém procura sua casa com entusiasmo
é porque você tem o brilho,
Se alguém procura sua casa com segredos
é porque você tem a cumplicidade.
Se alguém procura sua casa com tumultos
é porque você tem a meditação,
Se alguém procura sua casa com confiança
é porque você tem o azul,
Se alguém procura sua casa com medo
é porque você tem o amor.
Ninguém chega por acaso à sua casa
Por isso jamais feche as portas
a quem levemente nelas bate,
Jamais vire as costas a quem chega de olhos límpidos
De coração inteiro, de alma exposta.
Não dê desculpas,
não se agarre a mil argumentos racionais
Não invente motivos para justificar gestos bruscos
Destranque os portões das suas defesas forjadas
Destrua os muralhas construídas
com os tijolos dos empurrões.
Todos que batem à sua porta merecem pão e vinho,
Merecem seu abraço, seu aconchego
Todos que viajam em direcção à sua casa,
E batem de leve à porta em busca da sua mão,
Merecem entrar ...
10/11/2009
"Os Intocáveis" de Mário Crespo
Numa altura em que acontecem coisas estranhas no nosso País em que aparecem processos de corrupção onde aparecem certos Senhores de um certo Partido que tem estado no governo nos últimos Anos por cá agora já não em maioria e que sempre que aparece alguém ligado a casos do Partido tentam abafar ou fazer arrastar ou esquecer o mesmo é sempre de louvar a coragem de alguns bons Jornalistas como é o caso desta crónica saída hoje no JN do Mário Crespo que tem como titulo "Os intocáveis".
PARABÉNS MÁRIO CRESPO, PELA SUA CORAGEM, PELO SEU FRASEAR ACUTILANTE.
Nunca se cale, nem se venda, pois são necessários HOMENS / JORNALISTAS dignos desse nome.
Os intocáveis
00h30m
O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.
Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (...)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.
PARABÉNS MÁRIO CRESPO, PELA SUA CORAGEM, PELO SEU FRASEAR ACUTILANTE.
Nunca se cale, nem se venda, pois são necessários HOMENS / JORNALISTAS dignos desse nome.
Os intocáveis
00h30m
O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.
Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (...)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.
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